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Fontes do setor acreditam que a unidade deve ter bastante demanda, pois fica numa região muito procurada por varejistas e centros de distribuição do comércio eletrônico. O certame está marcado para dia 13, e será realizado pela Megaleilões.
A venda do ativo servirá para levantar recursos para a Editora Três pagar credores. A companhia entrou em recuperação judicial no ano passado, após acumular dívidas de R$ 263,8 milhões. A editora foi afetada pela queda da tiragem de seus veículos impressos e de anunciantes, combinada com os efeitos negativos provocados pela pandemia.
Da dívida total do grupo, R$ 41,8 milhões são passivos trabalhistas e outros R$ 215,6 milhões são dívidas com bancos e fornecedores. O dinheiro do galpão irá, especificamente, para o pagamento dos credores trabalhistas e equiparados no processo.
O plano de quitação foi reapresentado em maio e prevê a venda também da sede da companhia, na região da Lapa (zona oeste de São Paulo), além de marcas, softwares e licenças. Uma alienação completa do grupo não está descartada.
Fonte: Estadão











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