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A Hedge está concluindo esta semana a captação de até R$ 220 milhões para o fundo Design Offices. O fundo é do tipo “desenvolvimento”: ou seja, compra terrenos e constrói os imóveis para vendê-los quando prontos. Essa é uma novidade para a gestora, que tem um portfólio amplo de fundos, mas todos voltados para ativos que já existem.
Segundo a coluna apurou, o plano é erguer prédios de 12 a 16 andares em áreas nobres de São Paulo, com lajes de escritório de 500 a mil metros quadrados. Hoje, escritórios típicos nessas regiões têm lajes de 2,5 mil metros.
Pelo menos três projetos já teriam sido decididos, dois no bairro dos Jardins e outro no Itaim Bibi. Um deles já foi encomendado ao badalado Jacobsen Arquitetura, atestando suas ambições autorais para o design dos prédios. A ideia é que todos os empreendimentos explorem comercialmente o térreo, evitando “paredões” que segreguem os imóveis da rua e potencializando o retorno dos ativos. Também estaria nos planos, segundo as fontes, incluir apartamentos nos edifícios, permitindo sua exploração multiuso.











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