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A locação média dos empreendimentos está em 89%, e 71% dos inquilinos são do segmento de “e-commerce”. Todos os galpões se localizam a menos de 30 quilômetros da capital paulista, região mais valorizada no segmento.
A gestora pretende manter o foco de seus investimentos em galpões - desenvolvimento e aquisições - no entorno de São Paulo, segundo a diretora-executiva da GTIS Brasil, Maristella Diniz. Na disputa pelo cliente, algumas empresas de comércio eletrônico, por exemplo do ramo farmacêutico, já oferecem a possibilidade de entrega dos produtos no mesmo dia da compra. “Enquanto o ‘e-commerce’ crescer dois dígitos por ano, teremos absorção de galpões”, afirma a diretora-executiva.
O fundo de logística da GTIS - comprador dos ativos CLE, DCB, DCC e DCR - foi o primeiro levantado pela gestora com captação nacional de recursos. Com esforços restritos, a operação direcionou recursos para os ativos adquiridos. O DCB pertencia, em sua totalidade, a um fundo da GTIS. No DCR, havia um sócio minoritário, que também vendeu sua participação para o fundo de logística da gestora. Na operação do CLE, o fundo da GTIS ficou com 45 dos 62 módulos - o permutante do terreno permanece com os demais. No caso do DCC, foram comprados 15 de 22 módulos. Novos investimentos em galpões poderão ser feito por algum outro fundo da gestora.
Fonte: Valor Econômico











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