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A expansão física do Shopping Cidade Jardim será a maior desde sua inauguração, em 2008, com 3,4 mil m², mas sua singularidade também reflete no posicionamento da marca, gerenciada pela JHSF, e atrai gigantes de luxo consolidadas no Brasil, como Dior, Chanel e Prada, e outras grifes, as quais não tinham presença no mercado nacional até o momento, como Loro Piana, Alaia e James Perse.
O shopping atualmente conta com 100% de ocupação, e terá uma área total de 52 mil m² após a expansão. Com um crescimento físico de aproximadamente 7%, as inaugurações foram iniciadas no segundo semestre de 2026 e seguem, de forma gradativa, até o primeiro de 2027. Além da chegada de novas lojas, uma das propostas é na ampliação das que já estão instaladas.
A nova loja da Dior, com mil m² foi inaugurada na última semana e já é a maior da América Latina. É aguardada a chegada da Alaïa (200 m²), a primeira da marca no país, assim como é o caso do restaurante Carbone. Até o fim do ano ainda é programada a instalação da Loro Piana (300 m²), uma nova Tiffany & Co. (480 m²), com serviços exclusivos. Prada (780 m²), Hermès (900 m²) e Chanel (1.200 m²) são cotados, ainda sem data confirmada.
O projeto também conta com a transformação do CJ Fashion em uma departament store de três andares, reunindo lojas monobrand, seleção multimarcas, boutique da editora Assouline com uma biblioteca com curadoria da própria marca e o maior Shoe Salon do Brasil.
A expectativa da gestora é transformar o shopping classe A em uma referência de destino de alta renda da América Latina, investindo na experiência do consumidor.
O fundo JCSC11 captou R$ 400 milhões com a oferta de cotas próprias, que foi utilizado para a aquisição de frações do ativo. A JHSF detém 49,99% de participação do shopping, distribuídos por seus fundos.
De acordo com o último relatório de apresentação de resultados, a JHSF Malls teve a receita bruta de R$ 106 milhões no primeiro trimestre de 2026, com uma alta de 13%. As vendas consolidadas tiveram alta de 8%, com R$1,025 bilhão.
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