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A TRX e a gestora Catuaí firmaram uma proposta vinculante referente a lajes de dois edifícios corporativos, o Vista Faria Lima e o Pátio Victor Malzoni. As transações envolvem dois fundos da gestora, movimentando aproximadamente 19 mil m² e R$ 1,033 bilhão.
A movimentação chama a atenção porque o fundo TRXF11 não fará a compra direta dos ativos, ele será um cotista-âncora de um novo FII, do qual ainda não se tem mais informações de código e prospecto, que também será gerido pela Catuaí. Dessa forma, a gestora continua em sua atuação nos ativos por meio de outro veículo.
(Detalhes da transação e análise exclusivos para assinantes)
A venda compreende 29% da Torre A do Pátio Victor Malzoni, classe A+, que é a totalidade do portfólio do fundo BLCA11, administrado pelo BTG, com gestão do Pátria e cogestão da Catuaí. Os 7.422 m² estão sendo oferecidos por R$ 474,99 milhões,...
Giancarlo Nicastro destaca excesso de otimismo e movimento arriscado da TRX ao avaliar um imóvel hipervalorizado em momentos que somam instabilidade política e econômica. A leitura é que, com um cap rate tão baixo, a perspectiva deveria ser na valorização do aluguel ou do ativo, o que se torna pouco provável à curto prazo. "Quem está vendendo está fazendo um negócio muito bom, com um lucro bom, em um momento de mercado difícil. Agora para quem está comprando, fazendo uma analogia de colocar o dinheiro no banco, renderia o dobro sem risco nenhum. Então, eles estão fazendo um movimento muito otimista", destacou Nicastro.
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