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A tomada de decisão das partes em relação à criação da “joint venture” foi estimulada pela demanda por galpões por empresas de “e-commerce”, de fabricantes de autopeças e da indústria de alimentos. A parceria prevê o desenvolvimento de imóveis especulativos, ou seja, sem locação prévia. Se houver demanda, serão erguidos também empreendimentos no modelo de construção sob medidas (build to suit).
A expectativa é que o investimento resulte em portfólio de 500 mil metros quadrados a 600 mil metros quadrados de galpões a ser desenvolvido em três anos, com venda dos ativos em quatro anos. Cada um desses períodos poderá ser ampliado em um ano adicional.
Um fundo de até R$ 800 milhões será captado para financiar os investimentos e o restante terá origem no mercado de dívida. “Vimos a oportunidade de captação de um novo fundo. O mercado de investidores está cada vez mais interessado em tomar um pouco mais de risco e nos retornos do setor imobiliário”, diz Leandro Bousquet, sócio da Vinci responsável pela área de investimentos imobiliários.
Fonte: Valor Econômico











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