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A busca pelo equilíbrio saudável entre o home office e o trabalho presencial é um assunto que vem sendo discutido por líderes em todo o mundo, sobretudo por aqueles que fazem parte do mercado imobiliário comercial. No noticiário, o tema está em alta e pode ser visto em reportagens sobre a administração de Joe Biden, nos EUA, e de empresas como a Lyft, que recentemente realizou demissões e pediu aos funcionários que seguem contratados que retornem aos escritórios. No Brasil, as tensões entre colaboradores, empresas e governo também estão altas. Em março, magistrados se manifestaram contra resoluções contrárias ao teletrabalho do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
Será que existe um meio termo para o futuro do trabalho? Para Tiago Alves, CEO da Regus e Spaces no Brasil (empresas do grupo IWG de espaços de trabalho flexíveis e coworking), a solução para as partes envolvidas é o modelo de trabalho híbrido e flexível, que pode ser proporcionado pelos espaços de coworking.
A tendência já pode ser observada no mercado imobiliário latino-americano. Os dados e estatísticas de mercado da plataforma Market Analytics, da SiiLA, indicam que a ocupação de empresas de coworking e espaços flexíveis é a 7ª no ranking dos maiores ocupantes de escritórios de alto padrão nas principais cidades do país, deixando para trás outras indústrias da economia, como a de saúde e alimentos.
Há dois anos, o setor de coworking ainda não constava entre os top 15 ocupantes. Atualmente, após um salto de crescimento, ocupa mais de 207 mil m² de lajes das classes A+ e A, nas principais capitais monitoradas pela SiiLA no Brasil.
Tiago Alves atribui esse crescimento a uma série de fatores, mas principalmente à adoção em massa do trabalho híbrido. “A implementação rotativa do uso do espaço de trabalho é muito mais eficiente quando você conta com espaços flexíveis, que os coworkings proporcionam. Isso fez com que os coworkings não apenas crescessem muito durante a pandemia, assim como contribuiu para que o setor subisse várias posições no ranking de ocupação. A tendência da flexibilidade não volta atrás, foi uma grande conquista do home office”, explicou o executivo.
Na visão de Alves, a tendência é que o setor continue em trajetória ascendente. “Projeções de grandes consultorias internacionais projetam que até 2023, 1/3 dos imóveis contem com algum tipo de espaço flexível, seja operado por um player de coworking, pelo próprio proprietário ou algum ocupante”, acrescentou.
As marcas de espaços flexíveis Regus e Spaces pertencem ao grupo britânico IWG, criado há 30 anos, que foi pioneiro no conceito de trabalho híbrido. Para escolher os ativos onde instalar as operações, o executivo explicou que os principais fatores observados são localização, de preferência perto de transporte público, qualidade dos ativos e inclusive zonas secundárias e residenciais.
“Os clientes passaram a demandar espaços em regiões além dos CBDs, as pessoas querem trabalhar perto de casa. Sem contar que, com o trabalho híbrido, as portas se abriram para uma nova oportunidade de contratação de mão de obra, a fim de contas encontramos vários talentos em cidades do interior, ou outras regiões fora das grandes capitais”, falou Alves.A entrevista com o executivo aconteceu no Spaces Berrini, unidade localizada na zona sul de São Paulo. Ainda durante a entrevista, o CEO da Regus e Spaces no Brasil falou sobre projeções da companhia para os próximos anos, geração de valor dos coworkings para a economia, expansão e muito mais. Em breve, o conteúdo completo irá ao ar nos canais da SiiLA nas redes sociais, inclusive com um tour no escritório flexível da marca!
Continue nos acompanhando! E se você trabalha em um escritório que merece ser tema de uma pauta aqui no portal, escreva para comunicacao@siila.com.br! Ficou interessado em saber mais sobre o Market Analytics? Conheça as nossas soluções.











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