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O novo estoque de empreendimentos corporativos está crescendo na cidade de São Paulo. A plataforma SiiLA monitora a previsão de entrega de 49 mil m² de área privativa de alto padrão nas regiões CBDs ainda em 2023. A área corresponde a quatro novos empreendimentos nas regiões da Faria Lima, Vila Olímpia e Pinheiros.
Esse novo estoque representa uma oportunidade para essas regiões, como relata Emerson Komesu, gerente comercial e de pesquisa da SiiLA, multinacional com atuação em dados e análises de imóveis comerciais brasileiros.
"Quando analisamos regiões CBDs com baixa taxa de vacância, onde a oferta de bons produtos em locais prime é limitada, a introdução de um novo estoque é uma oportunidade para quem busca espaço nas localizações prime", explica.
Segundo a plataforma Market Analytics da SiiLA, a região da Faria Lima possui uma taxa de vacância de apenas 6,43%, enquanto Pinheiros e Vila Olímpia têm taxas de 16,14% e 15,39%, respectivamente (considerando as classes A+, A e B).
O Auri Plaza Faria Lima, localizado na Vila Olímpia, é o único empreendimento com a classe A+ entregue na segunda metade do ano. O prédio conta com 13.960 m² distribuídos em nove pavimentos.
Em Pinheiros, zona sul de São Paulo, até o final do terceiro trimestre, serão entregues o HBR João Moura, com 9.290 m², e o HY Pinheiros, com 12.954 m², ambos de classe A. Na Faria Lima, o empreendimento Corporativo Faria Lima está previsto para ser entregue no último trimestre do ano e contará com 13.157 m² de área.
Empreendimentos de classe B também são previstos para este ano
O novo estoque de empreendimentos de classe B em CBDs também é considerável, totalizando mais de 35 mil m² de área privativa nos bairros do Itaim Bibi, Pinheiros e Faria Lima. Três deles serão entregues no terceiro trimestre e outros dois no quarto trimestre.
"Empreendimentos de classe B desempenham um papel importante no mercado que chamamos de secundário, onde predominam empresas do setor de profissionais liberais, serviços e algumas startups. Conforme essas empresas crescem, elas tendem a expandir para espaços de alto padrão. Esses projetos classe B são conhecidos como Middle Market, e são produtos destinados para inquilinos de menor porte", afirma Komesu.











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