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Mas aí, no meio do processo do desenvolvimento do projeto, veio a pandemia, que fez com que 90% dos quase 300 hotéis da rede no Brasil fossem fechados e os hóspedes desaparecessem. O que antes era um projeto se tornou urgente. Em julho do ano passado, para trazer mais receita para o grupo, iniciou um serviço de aluguel de escritórios chamado room office.
“Alugamos 1,2 mil diárias no ano passado”, diz Olivier Hick, COO das marcas midscale e econômicas da Accor no Brasil. Diante do resultado e do modelo posto à prova na marra, a Accor, que conta com 54 mil quartos no País, agora dá seu passo mais concreto nesse mercado de coworkings e anuncia hoje o início da operação da marca Wojo no País.
A operação vai começar com três modelos: Wojo Spot, que ficará em uma área delimitada no lobby de cada hotel; Salas privativas by Wojo, com salas para grupos maiores; e Room office by Wojo, que são as suítes dos hotéis transformadas em escritórios.
“Vamos começar com 70 spots, 20 salas privativas e 184 offices”, diz Hick com exclusividade ao NeoFeed. A meta, entretanto, é chegar até o fim de 2021 com 100 unidades dotadas do modelo spot, 50 com salas privativas e room office em todos os hotéis do grupo.
Fonte: NeoFeed











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