Se inscreva para ficar por dentro das novidades do mercado imobiliário, dos eventos, notícias e análises!

Nas últimas semanas, elevou sua fatia direta de 4% para 5,05% e deve comunicar ao mercado a nova posição. A Aliansce tenta fazer uma posição que reduza seu custo médio de pagamento caso consiga concretizar a fusão com a concorrente. A estratégia inclui se aproximar de outros acionistas da BR Malls, participar de assembleias e dar voto - como na eleição do conselho daqui a dois meses.
Na BR Malls, a posição atual soa como um instrumento de marketing e pressão, dando a impressão de um dinâmica mais aquecida do que de fato está ocorrendo. A BR Malls (administração e acionistas) continua entendendo que a Aliansce precisa aumentar o preço proposto, e a Aliansce continua falando com os investidores da base acionária da BR Malls sobre as mesmas condições, sem compromissos de apoio à fusão.
Para uma fonte, a compra por parte da Aliansce de ações da BR Malls por valor pouco mais de 20% acima do que propôs serve para corroborar com a argumentação de que os parâmetros iniciais precisam mudar. A maior parte da posição, a Aliansce já tinha montado em janeiro e início de fevereiro, num custo médio menor que essas últimas ações, na casa de 8% acima dos parâmetros usados na proposta de fusão. É dessa magnitude o que os investidores têm colocado de “delta” nas ações da BR Malls, indicando que também esperam revisão na proposta da Aliansce.











Se inscreva para ficar por dentro das novidades do mercado imobiliário, dos eventos, notícias e análises!
