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Essa redução reflete um mercado movimentado de novas locações – ao todo, 7.414 de absorção bruta –, que não foi capaz de superar o volume de devoluções, causando a chamada absorção líquida, que corresponde ao saldo entre entradas e saídas, negativa.
Neste cenário, a capital mineira tem cerca de 322.999m² de escritórios, todos eles divididos entre as regiões Belvedere, Cachoeirinha, Centro, Cidade Jardim, Cruzeiro, Funcionários, Lourdes e Savassi. Essa última, por exemplo, sofreu vacância – área vazia – de 23,62%.
Quanto à ocupação atual desses imóveis, Giancarlo Nicastro, CEO da SiiLA Brasil, afirma que é de forma “bem-pulverizada”. Ou seja, há uma variedade de ramos intensa.
“No ranking de setores que mais ocupam área, o primeiro lugar é das empresas com atuação no setor de Mineração, Metalurgia e Siderurgia, responsáveis por 14,35% de toda a área locada da cidade. O segundo lugar é ocupado por empresas do setor financeiro (12,75%), seguidos pelas do setor de Serviço (12,22%)”, explica.











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