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— Eu consigo ir em todos os meus shoppings todo mês. Quem tem um portfólio enorme, não consegue. Em momentos de mudança como agora, é uma vantagem ser mais ágil — conta o CEO Thiago Muramatsu, que entrou na companhia como trainee há 14 anos. — Aos poucos, a gente tem tirado o estigma de que só faz gestão de prédio. A gente quer mostrar que sabe também fazer gestão de shoppings.
Após vender os quatro prédios para a Brookfield em outubro, na maior transação imobiliária de 2021 no país, a participação dos shoppings no portfólio da companhia cresceu de 40% para quase 70%. Entre eles estão o carioca Metropolitano, na Barra da Tijuca, e o Cidade São Paulo, na Av. Paulista.
— Quando a crise veio, começamos a focar em eficiência. Isso permitiu que, desde 2016, a gente conseguisse reduzir em 40% o custo médio real (descontada a inflação) do condomínio para o lojista. E, por causa disso, a gente tem mais espaço para aumentar aluguel sem pesar nos custos dos varejistas — acrescenta.
Fonte: O Globo











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