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O segmento vem sendo estimulado pela demanda aquecida do comércio eletrônico, e a expansão se segue a um incremento de 135 ‘Maracanãs’ em 2020.
O país terminou o trimestre com praticamente 18 milhões de metros quadrados em galpões, com uma taxa de ocupação de quase 87% — levemente superior à taxa registrada no fim do ano passado. Quase três quartos desse estoque são classificados de alto padrão, atendendo a companhias como Amazon e Mercado Livre. (A SiiLA não monitora pequenos imóveis de armazenamento, apenas condomínios logísticos).
A consultoria prevê avanço ainda mais acelerado: até o fim de 2021, ela projeta um crescimento de 3 milhões de metros quadrados — ou mais de 400 ‘Maracanãs’.
Mais da metade dos galpões (em metragem) fica em São Paulo, que concentra a maior densidade de consumidores e permite entregas para outros estados das regiões Sudeste e Sul.
Em um sinal do aquecimento desse mercado, os condomínios logísticos paulistas encerraram o primeiro trimestre com a menor taxa de vacância desde o início do monitoramento da SiiLA. Estavam vagos 13,05% da área dos galpões, contra 18,45% no mesmo trimestre de 2020.











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