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O mercado já espera, no curto prazo, implementação de mudanças já planejadas pelo comando nos últimos meses. Segundo fontes, parte dessas 14 lojas já está sendo negociada com fundos imobiliários e redes varejistas, inclusive com proposta vinculante (compromisso firme de compra). A aquisição do Big foi anunciada em março de 2021 por R$ 7,5 bilhões, e cria uma operação com R$ 100 bilhões em vendas anuais e 1,1 mil lojas.
Haverá troca de marcas em parte das unidades, renegociações com a indústria a partir da escala criada com a unificação das compras e provável redução de cargos com a sobreposição de funções - a empresa não confirma a hipótese de cortes. “Comerciais regionais e a matriz podem ter redução de pessoal primeiro”, diz uma fonte.
A geração de sinergias estimada pelo grupo é de até R$ 2 bilhões ao longo dos próximos três anos, acima da projeção de R$ 1,7 bilhão feita em 2021. Quem sairá fortalecido disso será o Atacadão - a rede de atacarejo é o negócio que mais cresce no Carrefour, com 14% de alta em 2021. A transação também reforça a presença do grupo no Sul e no Nordeste, praças onde redes regionais se tornaram rivais de peso.
Fonte: Valor Econômico











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