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Evidentemente, Di afirma que AliExpress respeita a legislação brasileira e exige CNPJ e emissão de nota fiscal na venda dos produtos. Porém, admite que boa parte dos consumidores da plataforma fazem compras como pessoas físicas para revender os itens. Para oferecê-los pelo AliExpress, porém, é necessária a formalização.
Sem a união dos empresários pela pauta da infraestrutura, a AliExpress dá passos em direção a uma logística mais independente. Segundo fontes, os movimentos incluiriam a construção de seu primeiro centro de distribuição no País. Ao mesmo tempo, os Correios continuam sendo o parceiro estratégico para alcançar localidades remotas do Brasil.
A possível privatização da estatal, que já foi citada como uma ameaça por uma porta-voz da companhia, não é motivo de receio para Di. Ao contrário: a entrada de novos concorrentes nesse meio seria benéfica para todos que usam o serviço. “Na China, sim, há competição”, diz. “Lá, somos levados a espremer a margem ao mínimo para ganhar o consumidor.”
Fonte: O Estado de S.Paulo











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