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O fundo de investimento imobiliário Capitânia Office FII (CPOF11) anunciou nesta quarta-feira (7) a assinatura de um compromisso de compra e venda para adquirir participação no complexo Lotus Tower, localizado na região Asa Norte em Brasília (DF). O valor da transação pode chegar a R$ 1,93 bilhão, a depender da área total que será efetivamente adquirida pelo fundo, que ainda está em fase de avaliação.
Atualmente em construção, o projeto é composto por quatro torres corporativas Classe A+, com área privativa total de até 88.265 m². A entrega está prevista para o primeiro semestre de 2027.
Em entrevista exclusiva ao REsource, Alexandre Alfer, gestor de fundos imobiliários da Capitânia Investimentos, destacou que a decisão está ancorada tanto na qualidade do ativo quanto nas características do mercado local:
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O valor da transação de venda em curso está em R$ 21.866 por metro quadrado. A estrutura de pagamento prevê um sinal de 10%, após o cumprimento das condições precedentes, enquanto o saldo remanescente será quitado após a emissão do “Habite-se” de cada torre, conforme o cronograma contratual. Todos os valores serão corrigidos pelo IPCA até a data de pagamento.
Segundo o comunicado divulgado ao mercado, a empresa vendedora se compromete a entregar os imóveis integralmente locados. Caso essa condição não seja atendida, será garantida ao CPOF11, por um período de 12 meses após a emissão do Habite-se, uma renda mensal líquida equivalente a 8,71% ao ano sobre o valor das áreas não locadas.
No comunicado, a gestora reforça que a aquisição está alinhada à estratégia do fundo de investir em ativos corporativos de alta qualidade, localizados em regiões com demanda consistente e contratos de longo prazo.
Dados do Market Analytics, da SiiLA, mostram que o mercado corporativo de Brasília encerrou 2025 com taxa de vacância de 7,84%. A demanda é sustentada principalmente por órgãos públicos e autarquias, que concentram a maior parte da ocupação por lajes na capital federal.











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