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No terceiro trimestre de 2024, a cidade do Rio de Janeiro registrou uma tímida melhora em suas ocupações de ativos classe A+ e A, impulsionada pelas locações que aconteceram no Centro, região que fechou o 3º trimestre de 2024 com uma absorção líquida de 9,7 mil m².
Comandada por Leonardo Liden, a empresa de distribuição de combustíveis Ipiranga, foi a detentora do título de maior locação do terceiro trimestre. A companhia alugou 4,1 mil m² na torre oeste do Ventura Corporate Towers e segundo a análise da SiiLA, o valor de locação está na casa dos R$ 130/m².
A segunda maior locação do trimestre no Rio de Janeiro também ocorreu no Ventura Corporate Towers, desta vez na torre leste, onde o Banco do Brasil alugou 1,5 mil m².
As outras regiões do Rio de Janeiro tiveram comportamento bem diferente do visto no Centro. Barra da Tijuca, Cidade Nova e Orla registraram mais saídas do que entradas, o que resultou em absorções líquidas negativas de 311 m², 532 m² e 965 m², respectivamente. As regiões do Porto e Zona Sul não mostraram variações nas locações de suas lajes corporativas de Classes A+ e A no período.
Fora do Centro, duas locações se destacaram neste trimestre: a companhia de eletricidade Light, que alugou 2,5 mil m² no Centro Empresarial Botafogo, e a instituição de ensino Estácio, que passou a ocupar 1,8 mil m² no Office Park Center.
Assinantes da plataforma Market Analytics da SiiLA podem consultar no detalhe todas as entradas e saídas de inquilinos nos empreendimentos de alto padrão do Rio de Janeiro!
As Estatísticas de Mercado da SiiLA revelam que a absorção líquida no Rio de Janeiro, até o 3º trimestre de 2024, alcançou 21.119 m², um número superior ao registrado em 2023, quando a absorção líquida totalizou 17.689 m².
Nos últimos anos, o mercado de escritórios da cidade enfrentou um grande impacto devido à saída de inquilinos. Dados históricos do Market Analytics indicam que, em 2021, o Rio de Janeiro registrou uma absorção líquida negativa de 45 mil m². No ano seguinte, em 2022, o saldo foi positivo, atingindo 39.728 m².
Além disso, a cidade apresenta uma carência de novos empreendimentos. A última entrega de um imóvel de classe A+ ou A ocorreu em 2018, com a disponibilização de 13 mil m².
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