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O Cruzeiro fechou acordo com uma grande empresa do ramo de escritórios compartilhados, a WeWork. Em nota oficial publicada ontem (21), o clube tratou o assunto como um "importante passo de gestão profissional ao consolidar parceria mundial", de fato com uma das maiores do mundo e que tem sedes em vários lugares do globo. Porém, a nova parceira da Raposa vive uma enorme crise mundial. Só em 2018, segundo papéis da Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC, na sigla em inglês), o WeWork havia perdido cerca de R$ 1,6 bilhão em receita. No final de 2019, a empresa cortou 2400 pessoas do seu quadro de funcionários, em 843 unidades em diversos países. E vendeu ativos, como um de seus braços, a Managed by Q, ligada à gestão de escritórios. Em 2020, entre abril e junho, 81 mil clientes romperam contrato com a Wework, de acordo com o balanço trimestral da empresa. Outros acordos com donos de imóveis, por exemplo, passaram por renegociação para evitar colapso maior até mesmo pela pandemia da Covid-19.











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