Se inscreva para ficar por dentro das novidades do mercado imobiliário, dos eventos, notícias e análises!

A população brasileira está envelhecendo. De acordo com o último Censo Demográfico, divulgado no final de 2023 pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), 10,9% dos habitantes do país já fazem parte do grupo de 65 anos ou mais, o que equivale a mais de 22,2 milhões de pessoas. Ainda segundo o IBGE, o número cresceu 57,4% frente ao último censo realizado, em 2010. Outro número que aumentou é a expectativa de vida, estimada em média para 75,5 anos, sendo maior para as mulheres (79 anos) e menor para os homens (72).
Essas são notícias positivas para investidores de produtos imobiliários com foco nesse público. Nos Estados Unidos, onde esse perfil de ativo já está avançado, o mercado é avaliado em US$ 99,82 bilhões, com previsão de chegar a US$ 131,20 bilhões até o ano de 2029.
O tamanho do mercado de residências para idosos nos Estados Unidos é estimado em USD 99,82 bilhões em 2024 e espera-se que alcance USD 131,20 bilhões até 2029, crescendo a uma taxa de crescimento anual composta (CAGR) de 5,62% durante o período de previsão (2024-2029).
O ativo para sênior living se propõe a oferecer habitação com qualidade de vida, unindo cuidados e experiência, onde seja possível usufruir de serviços, restaurantes e espaços comuns em um empreendimento com acessibilidade e concebido para atender esse público. Assim, a propriedade sênior living busca manter a autonomia dos residentes e estimular a vida ativa.
Mais do que oferecer cuidados personalizados e assistência, esse perfil de propriedade propõe uma nova forma de encarar a velhice e permitir que os indivíduos tenham empoderamento, seja qual for sua idade, doença ou deficiência.
Já é possível encontrar propriedades de sênior living pelo Brasil, principalmente na região Sul. Em Curitiba, o Bioos, da Construtora Laguna se propõe a promover saúde, acessibilidade, senso de comunidade e autonomia dos residentes.
O ativo tem uma torre concebida para abrigar consultórios, com unidades de 19 a 56 m², além de ter capacidade para receber centro de diagnóstico por imagem e hospital. Por sua vez, a torre residencial é composta por 108 unidades de 42 a 83m², com áreas para lazer e vivência em comunidade, além de serviços de enfermaria.
Os apartamentos são equipados com uma série de facilidades, tais como tomada inteligente para fogão elétrico, banheiro acessível, botão de SOS e sensor de fumaça. Nas áreas comuns, foram projetadas área verde, academia e rooftop, além da previsão de ter lojas de varejo.
Quer ficar por dentro das principais tendências do mercado imobiliário comercial? Continue acompanhando o REsource!











Se inscreva para ficar por dentro das novidades do mercado imobiliário, dos eventos, notícias e análises!
