Se inscreva para ficar por dentro das novidades do mercado imobiliário, dos eventos, notícias e análises!

O economista Fábio Bentes, da Confederação Nacional do Comércio, comenta que 2021 marcou, sim, o novo patamar de participação do comércio eletrônico no varejo restrito. Bentes, que faz um monitoramento reunindo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística e da Receita Federal, destaca que já havia constatado a participação de 10,8%, mas ainda não com o ano fechado.
Pandemia
Foram saltos consideráveis em muito pouco tempo, seguindo a tendência natural pela digitalização, acelerada sobremaneira pela pandemia. Há menos de quatro anos, essa participação ficava em torno de 5%. Em 2019, subiu para 7,5%; em 2020, encostou nos 10% e, em 2021, ultrapassou a barreira. O crescimento vertiginoso é o pano de fundo de muitos negócios no setor varejista que têm sido anunciados nos últimos meses.
Reportagem recente do Estadão, com base em estudo da gestora Canuma Capital, mostrou que, com R$ 260 bilhões, as vendas digitais no ano passado pela primeira vez superaram as vendas em shopping centers. Para Bentes, a tendência é que em três anos, no máximo, o e-commerce se consolide como o segundo principal canal de vendas, atrás do comércio de rua e à frente dos shoppings.











Se inscreva para ficar por dentro das novidades do mercado imobiliário, dos eventos, notícias e análises!
