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Você já se imaginou negociando um bem e descobrindo que o usado custa mais caro do que o novo? Um celular, um carro, um computador... Seria ótimo poder comprar um iPhone de última geração por um preço menor do que um modelo anterior. Parece absurdo, não é? Pois bem: no mercado imobiliário corporativo, essa lógica improvável acontece.
Ao contrário
desses produtos, a precificação de um ativo comercial não depende apenas da sua
idade, mas, sobretudo, do risco e da urgência do proprietário. Existe, de forma
quase intuitiva, a expectativa de que o novo seja melhor. Porém, no setor
imobiliário, um empreendimento recém-entregue ainda “não se provou”.
O imóvel quando chega ao mercado, costuma estar totalmente vazio, sem histórico de ocupação, sem fluxo de caixa estabelecido, com custos operacionais correndo e a necessidade de quitar as dívidas do investimento inicial. Por isso, muitas empresas preferem optar...
A estabilização representa o fim da fase inicial de um ativo, onde ele já passou pela construção e etapa de conquistar inquilinos. O empreendimento deixa de ser uma aposta e mostra sinais claros de consolidação no mercado, apresentando uma taxa de ocupaço alta, normalmente acima de 90%, o que permite uma previsibilidade de fluxo de caixa, tendo em vista que boa parte das despesas estão cobertas por contratos vigentes.







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