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O estoque total de imóveis logísticos no Brasil ultrapassou a marca dos 24 milhões de m² no terceiro trimestre de 2023, ou seja, seriam necessários mais de 123,7 estádios do Maracanã para acomodar tanta área. Nesse período, o novo estoque foi superior a 611 mil m² e a absorção bruta (número total de locações) ultrapassou 1 milhão de m².
Ao todo, são 24.496.954 m² de empreendimentos espalhados por todo o país. A taxa média de vacância nacional ficou em 9,8% e a absorção líquida chegou ao quase 443 mil m². Os dados foram consolidados pela equipe de pesquisa da SiiLA, multinacional de pesquisa de dados do mercado imobiliário latino-americano, e estão disponíveis com maior nível de detalhamento e aprofundamento para assinantes da plataforma Market Analytics.
Ao comparar com os trimestres anteriores, a taxa de vacância se manteve estável, apresentando um leve aumento de 0,45%, porém os valores de absorções tiveram um aumento expressivo. Subtraindo as saídas de inquilinos das entradas de novos ocupantes, a absorção líquida aumentou 64%, em relação ao trimestre anterior.
Do primeiro trimestre para cá, foram adicionados mais de 1 milhão de m² ao estoque. São Paulo é o mercado que recebeu a maior quantidade de novas áreas logísticas: ao todo foram 411.730 m² adicionados ao portfólio paulista. Na totalidade, o Estado acumula 13 milhões de m² em condomínios logísticos A+, A e B, com uma taxa de vacância média de 10,4%.
Em segundo lugar, entre os estados que mais tiveram novo estoque de condomínios logísticos, está Minas Gerais, com 64.481 m². O mercado mineiro teve uma absorção bruta de 76.468 m² e a taxa de vacância atingiu 8,6%. Outros estados que tiveram novo estoque são Alagoas, Bahia e Ceará.
Os dados completos e detalhados estão disponíveis na plataforma exclusiva para assinantes Market Analytics.











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