Camila apresentou o passo a passo para projetos de arquitetura resiliente para design de escritórios, começando pelo mapeamento de eventos naturais que possam eventualmente afetar o empreendimento, tais como alagamentos, deslizamentos, entre outros. Segundo a executiva, a infraestrutura entra com prioridade bem como a diversificação de sistemas, para garantir acesso a energia elétrica, água potável, entre outros itens que são indispensáveis para as operações. “O arquiteto deve ser protagonista desse processo”, disse.
Outros pilares fundamentais são adaptabilidade e flexibilidade dos projetos, pensando em espaços de trabalho que se adaptam às variações climáticas e layouts e mobiliário que permitam novas configurações.
Fusaro reforçou que o escritório nunca irá morrer e as empresas estão encontrando novas formas de se adaptar neste período pós-pandemia: “O escritório continua a ser um espaço para perpetuar a cultura da organização. O trabalho híbrido veio para ficar e acredito que estamos numa fase de teste, muitas empresas estão experimentando novos layouts.”