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Com a hiperconectividade no centro do debate, Jasper Rhode, executivo do setor de tecnologia e fundador da Casa Dinamarca, conversou com Giancarlo Nicastro no novo episódio do NXT Podcast, que foi ao ar na última quinta-feira (21).
A tecnologia deixou as pessoas melhores? Essa provocação foi o ponto de partida do bate-papo, que combinou expertise de mercado, experiências pessoais, análise histórica para colocar novas perspectivas do existencialismo na era digital.
Fugindo do binarismo, Jasper destacou a importância de administrarmos a tecnologia para que ela possa ser usada a favor de nossas necessidades, como uma ferramenta que amplifica o alcance e as habilidades de cada usuário. Nessa reflexão, o olhar é cuidadoso para o que se quer projetar a partir dela, no lugar de terceirizar responsabilidades após consequências negativas do mau uso.
“A gente tem um viés de querer denominar a tecnologia como algo bom ou ruim, eu acho que não é nem um, nem outro, porque a tecnologia potencializa a intenção que a gente tem”, ressaltou.
A facilidade de comunicação foi analisada sob a perspectiva de falta de conectividade emocional e solidão, impulsionada pela pouca profundidade das relações. O excesso de informações e a sobrecarga mental redesenham interações humanas e saturam o que antes era natural.
“Quando eu tenho uma conexão no Facebook, no Instagram, ou no LinkedIn, isso quer dizer que isso é um amigo? O que é? Eu acho que a questão do amigo, da amizade, também foi reformulada. Ao mesmo tempo, o que a gente tem que ver? Nas cidades grandes, por exemplo, o índice de pessoas que se sentem sozinhas, solitárias”, pontuou Rhode.
O sistema de gratificações instantâneas das redes sociais, reestruturou mais do que relações, e modificou intensamente o comportamento e a percepção do mundo físico fora do digital. Para Jasper, quando o engajamento dita o que é ou não interessante o usuário vai se habituando cada vez mais a um tipo de consumo que não existe fora da tela, logo, ele exclui do seu dia a dia hábitos que não reproduzem estímulos aos quais se acostumou “Leitura de um livro, por exemplo, um texto mais longo, é menos frequente porque, ‘logo, logo’, a gente se distrai, precisa fazer outra coisa, o telefone toca, algum ‘blim-blim’ que chama a nossa atenção e impede que a gente aprofunde nas coisas essenciais”.
Uso de inteligência artificial e seu impacto na sociedade e na economia foi outra perspectiva levantada, passando por automação intelectual, otimização do tempo de execução das tarefas e como o pensamento crítico para formular perguntas e conduzir essa tecnologia serão fundamentais para consolidar um futuro positivo.
Inovação, educação e diferenças culturais do Brasil também foram tema do podcast, que pode ser conferido integralmente nas redes sociais da SiiLA.
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