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Comum para o varejo tradicional, o comércio eletrônico não acontece com tanta facilidade no setor de luxo, no qual as mercadorias em trânsito custam uma pequena fortuna. Aumentar a capilaridade é um passo delicado, mas estratégico na expansão do negócio, que tem um número limitado de concorrentes no Brasil.
“Não temos uma plataforma segmentada com abrangência no Brasil todo. Estamos muito animados. Vamos constantemente ampliar essa operação, que será uma fortaleza da Iguatemi”, afirmou o presidente do grupo, Carlos Jereissati Filho.
Aparentemente, a animação não é só o olhar do dono. Analistas do Credit Suisse dizem que investidores podem não ter reparado direito no negócio e calculam que o Iguatemi 365 pode valer algo em torno dos R$ 500 milhões – cerca de 10% do valor de mercado da rede de shoppings mais famosa do Brasil.











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