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Na noite de quinta-feira, a empresa publicou ata de assembleia geral ordinária (AGO) que deliberou sobre o plano de opção de ações de executivos, que vinha sendo criticado pelo mercado por levar à nova diluição de acionistas num momento de ações já em queda.
Na proposta votada e aceita, o plano prevê diluição gradual dos investidores até 2030. “Nesse contexto, vale ainda esclarecer que a companhia possui condições financeiras e linhas de créditos aprovadas em montantes suficientes para honrar com seus compromissos financeiros já assumidos”, acrescentou a companhia na ata.
Segundo a empresa, a outorga de opções de ações será feita observado o limite máximo de 1% do capital social atual da companhia ao ano (correspondentes a no máximo 2.816.364 ações ao ano). “Desta forma, e considerando os períodos de ‘vesting’ de, no mínimo, 4 anos e ‘cliff’ de 2 anos, a potencial diluição do novo plano ocorrerá gradualmente até 2030”.
Fonte: Valor Econômico











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