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A obra vai exigir investimento de cerca de R$ 300 milhões e será financiada pelo Itaú. O terreno custou outros R$ 150 milhões. Ali funcionou um depósito da fabricante de zíperes YKK. A expectativa de SDI e da Tellus é que os aportes valham a pena. O valor geral de vendas (VGV) estimado para o projeto totaliza R$ 1,2 bilhão. A obra deve ser entregue em 2024.
O grosso do VGV (R$ 1,1 bilhão) é atribuído ao prédio de escritórios, com área bruta locável (ABL) de 35 mil metros quadrados. Haverá jardim com área aberta e esculturas, como virou moda no bairro. Esse é um dos poucos edifícios corporativos em desenvolvimento em São Paulo, uma vez que esse mercado vem sofrendo com o excesso de espaços vagos deixados pela pandemia.
A aposta no projeto corporativo foi mantida porque o Itaim tem demanda por escritórios muito maior do que a de outras regiões e, consequentemente, uma vacância inferior a 10% (contra mais de 20% na média da cidade). SDI e Tellus pretendem alugar o prédio primeiro e só depois vendê-lo (a menos que haja uma proposta interessante antes disso).











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