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“O Itaú Unibanco esclarece que essa transação não gera alterações na governança corporativa da XP Inc. Além disso, não se espera que essa operação acarrete efeitos relevantes nos resultados da Companhia neste exercício social”, diz o banco.
O CEO do Itaú, Milton Maluhy Filho, vinha dizendo nos últimos meses que a compra era uma obrigação do banco e que, provavelmente, ocorreria no primeiro trimestre deste ano. O valor a ser pago também já estava combinado entre as partes: 19 vezes o lucro por ação de 2021. “Não há nenhuma intenção, nenhum mecanismo, do Itaú assumir o controle da XP”, afirmou ele no ano passado. Maluhy também lembrou na ocasião que a Itaúsa já disse que o investimento na XP não é considerado “core” e, assim, pode haver um desinvestimento ao longo do tempo.
Hoje, uma fatia de 11,36% na XP, em valores de mercado, equivale a US$ 1,588 bilhão, ou R$ 7,849 bilhões no câmbio desta sexta-feira.











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