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A Ideal Investimentos será a ponta de lança para o Itaú entrar em negócios que ainda não atuava, segundo Carlos Constantini, executivo-chefe da divisão de gestão de riqueza e serviços do banco. Como a corretora digital atendia principalmente o investidor institucional, em operações de alta frequência, o executivo não espera que haja alguma barreira à aprovação do negócio, seja pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), seja pelo BC, como ocorreu na transação com a XP.
É a primeira aquisição desde que Milton Maluhy assumiu o comando do Itaú, em fevereiro de 2021
“Não estamos comprando uma base de clientes [como foi no caso da XP]. A Ideal ainda vai fazer um movimento para construir o varejo. Estamos comprando conhecimento das pessoas e a tecnologia, não é comparável”, diz Constantini. “É mais a expectativa de construir um ‘business’ do que comprar um negócio e sair rodando.
”Foi o recente divórcio com a XP, com a cisão da participação do banco na empresa, que permitiu que o Itaú olhasse o seu entorno. “Vai ser um ano emocionante para se colocar as peças no tabuleiro. Não acho que vá ser de grandes aquisições, mas sob o nosso ponto de vista é uma oportunidade para observar a plataforma inteira e diferentes formas de servir o cliente onde o banco não está”, afirma o executivo.











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