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Os prédios do Jabaquara estão ficando pequenos em meio ao movimento de retorno aos escritórios. Informações de mercado indicam que o Itaú está em um processo de negociação para a locação em um empreendimento na Chácara Santo Antônio. O ativo escolhido foi o Alto das Nações, da Altre, mas durante o processo, o Ester Towers, da Eztec, também foi sondado para abrigar a companhia.
Apesar do martelo não estar batido, o aumento da área locada pela companhia vai de acordo com os burburinhos nos corredores que indicam uma redução dos dias trabalhados em casa. Em meio disso tudo está havendo o processo de digitalização de cerca de 300 agências.
(Detalhes da transação dos bastidores, valores, carências e outros detalhes são exclusivos para assinantes)
Hoje, a instituição financeira concentra sua operação na região do Jabaquara, totalizando 120 mil m². Porém a companhia está presente também na Faria Lima, pelo Itaú...
O Itaú está locando no Alto das Nações cerca de 57 mil m², aproximadamente 60% do empreendimento. De acordo com o que foi apurado pela reportagem, o contrato com o a Altre, proprietária do prédio, é de 10 anos, com dois anos de carência, e serão pagos cerca de R$ 105/m².
Já no Ester Towers, estava em negociação para ser locados cerca de 33 mil m², a expectativa era que as condições seriam semelhantes a outra locação.
No primeiro trimestre de 2026, as regiões da Chácara Santo Antônio e da Chucri Zaidan reforçaram suas posições como mercados corporativos relevantes, somando 1,42 milhão de m² de estoque. Juntas, as regiões registraram uma absorção bruta de 39,4 mil m² e líquida de 23,5 mil m².
Entre as duas, a Chucri Zaidan segue em destaque, com 925,7 mil m² de estoque. O mercado local registrou absorção bruta de 19,4 mil m² e líquida de 10,4 mil m² no trimestre, mantendo a vacância em 14,4%.
O segmento A+ continua sendo o ponto forte da região, reunindo 720,6 mil m² de estoque, vacância de apenas 12,5% e valor médios de R$ 126,08/m², refletindo a forte demanda por ativos de alto padrão.
Já a Chácara Santo Antônio apresentou um desempenho igualmente positivo, impulsionado principalmente pelos edifícios de classe A. A região registrou absorção bruta de 20 mil m² e absorção líquida de 13,1 mil m², encerrando o trimestre com vacância de 18,4%.
O segmento A se destacou ao absorver 11,6 mil m² líquidos, reduzindo a disponibilidade para 12,5%, enquanto os edifícios A+ mantiveram preços médios de R$ 75,02/m².
A equipe do REsource entrou em contato com o Itaú, mas a empresa não se manifestou oficialmente até a publicação desta reportagem.
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