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A data prevista para abrir a casa era julho. A pandemia, segundo Auriemo, atrasou a inauguração. Mas não foram necessárias modificações no projeto e ele nasce integrado, desenhado para funcionar simultaneamente em sistema digital e físico. “Vamos ter lojas só com showrooms e estoques em outros locais”, exemplifica.
O mix desenhado não morre nesta primeira concretização da ideia: vai ser replicado no Itaim, no mesmo endereço onde funcionava a Casa Fasano. “Em um prazo de quatro meses, a gente deve começar a segunda construção do shopping no bairro, neste modelo”.
O modelo atende o mundo do luxo pós-pandemia? “Existe uma adaptação para atender a comodidade dos clientes e os empreendimentos em geral já estão mais focados em oferecer áreas verdes e se possível, sob céu aberto. Preservamos, no CJ Shops Jardins, aquela área do antigo restaurante Fasano, trazendo esse conceito para dentro do shopping. Todos corredores têm céu aberto e com ventilação natural”, diz Auriemo, acreditando que este tipo de empreendimento será mais compactado. Ele concorre com o Cidade Jardim? “Não, vemos São Paulo como várias cidades. E é cada vez mais difícil pro cliente andar de uma região pra outra.”











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