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Como o acordo com a XP acabou de ser fechado, ainda estão em discussão os produtos a serem oferecidos. Mas o primeiro deve ser o fundo com ativos globais. Como a volatilidade das últimas semanas deve se manter no mercado local em 2022, o diretor operacional da JLP, Fabio Bergamo, diz que haverá interesse dos brasileiros pelo setor imobiliário lá fora, mais estável. A carteira da gestora acumula valorização de 45% nos últimos 12 meses.
Enquanto as opções de investimento no setor imobiliário no Brasil ainda são restritas, no exterior a segmentação é enorme. No País, os fundos imobiliários abrigam shoppings, galpões, prédios de escritórios e agências bancárias, lá fora a gestora tem acesso a 17 segmentos, todos com liquidez.
Com sede em Nova York e escritórios em Amsterdã, São Paulo e Cingapura, a JLP tem US$ 600 milhões em ativos sob gestão. Focada nos Estados Unidos e Europa, nos últimos anos passou a buscar outros mercados e parceiros locais. Recentemente, fechou acordo com a CSOP, espécie de XP de Cingapura. Por lá, a parceria já rendeu um fundo de índice (ETF, na sigla em inglês) que replica investimentos em shopping centers, escritórios e hotéis daquele país.











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