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O resultado teve recuo de 22% ante o mesmo trimestre do ano passado, fruto do aumento das despesas financeiras, mas com margens operacionais maiores, afirmou. “Atuamos em dois vetores para neutralizar os efeitos da alta dos insumos: negociações com nossos clientes e eficiência na redução dos custos operacionais”, disse Ramon Alcaraz, CEO da JSL.
De janeiro a março, a empresa registrou crescimento de 47% na receita bruta na mesma base de comparação, somando R$ 1,5 bilhão. Se anualizado, indica em torno de R$ 6,2 bilhões de faturamento. A receita líquida de serviços ficou em R$ 1,3 bilhão, com alta de mais de 49% ante o mesmo trimestral. “A evolução dos indicadores desde o IPO mostra o acerto da nossa estratégia”, afirma Alcaraz.
A JSL informa que fechou o trimestre com R$ 700 milhões em novas receitas contratadas, com prazo médio de 40 meses. Os setores que mais contribuíram foram papel e celulose (30%), alimentos e bebidas (26%) e siderurgia e mineração (12%), destacando-se operações dedicadas (52%) e transporte de cargas (34%).
Fonte: Valor Econômico











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