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O maior negócio foi protagonizado pela gestora Brookfield, que, em outubro, pagou R$ 1,77 bilhão por pedaços de quatro edifícios de alto padrão na Av. Faria Lima, coração financeiro de São Paulo. Entraram para seu portfólio áreas dos prédios FL Financial Center, Faria Lima Square, JK 1455 e Miss Silvia Morizono. Quem vendeu foi a SYN, novo nome da Cyrela Commercial Properties.
Também em outubro, a gestora GTIS Partners comprou, por R$ 1,37 bilhão, quatro galpões localizados na Disneylândia do e-commerce brasileiro, as regiões em torno de São Paulo, em municípios como Cajamar e Barueri. Todos os empreendimentos são ocupados por varejistas on-line, a propósito. Na ponta vendedora estavam outros fundos da própria GTIS em fase de desinvestimento.
Em fevereiro, consórcio de fundos imobiliários de BTG, Safra e Kinea (gestora controlada pelo Itaú) comprou duas das quatro torres do Rochaverá, prédio de altíssimo padrão na região da Chucri Zaidan, em São Paulo. Quem embolsou o R$ 1,25 bilhão pago foi um fundo de pensão de professores da Coreia do Sul gerido pela Mirae Asset.
Por fim, em agosto, a BR Properties vendeu 55% de um bloco do Complexo JK, prédio de alto padrão também em São Paulo, por R$ 555,9 milhões. Quem comprou foi a gestora JFL.
Como se vê pelo ranking, todos os maiores negócios se deram em São Paulo. Fora daquele estado, as principais transações foram no setor de galpões, mas ainda no Sudeste.
Por R$ 286,9 milhões, a carioca Vinci comprou dois empreendimentos ocupados por companhias como Boticário e Fast Shop no Espírito Santo, e o fundo imobiliário RBR Log pagou R$ 269,4 milhões por um condomínio logístico em Extrema (MG) — cidade que, aliás, vem se consolidando como um dos polos brasileiros desse tipo de ativo.











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