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O motivo é claro: tornar a marca XP mais conhecida fora do eixo Rio-São Paulo, em lugares em que a predominância de agências físicas dos grandes bancos alcança um público que não é ou não gosta do puramente digital. Segundo o diretor de marketing da XP, Lisandro Lopez, “o impacto causado pela presença física de uma empresa que não é física, é muito grande, especialmente para indústrias como a financeira, na qual a missão é cuidar do patrimônio das pessoas”.
Iniciativa é vista como evolução, não passo atrás
Embora pareça um passo atrás – e um custo a mais -, os executivos da XP enxergam o movimento como uma evolução do negócio. Não está nos planos imediatos fazer transações bancárias nos espaços, mesmo quando o Banco XP estiver mais robusto. Investir nos espaços conceito também não é uma possibilidade.
Até aqui a ideia é, com a ajuda de profissionais e o peso e influenciadores do mercado financeiro, atrair os clientes para falar sobre investimentos e permitir que os agentes autônomos tenham um espaço físico para se relacionar com eles. O influenciador Pablo Spyer, conhecido pelo bordão ‘Vai, Tourinho’, por exemplo, participou da inauguração do espaço em Manaus. Além de palestrar, atraiu vários fãs para selfies e autógrafos.
Fonte: O Estado de S.Paulo











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