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O monitoramento do mercado de escritórios realizado pela SiiLA, hub de soluções para o mercado imobiliário comercial latino-americano, indica que os prédios comerciais das classes A+, A e B da cidade do Rio de Janeiro chegaram ao final de 2023 com 34,8% de área vaga.
No último trimestre do ano, a capital fluminense registrou mais locações do que devoluções de escritórios, resultando em uma absorção líquida de 7,4 mil m². Assim, a taxa de vacância teve queda frente ao trimestre anterior (35%).
As regiões monitoradas que tiveram melhor performance foram Barra da Tijuca, Cidade Nova e Orla; a região do Porto ficou estável. Por sua vez, Centro e Zona Sul tiveram alta nas áreas vagas frente o estoque total.
Entre os destaques do período, está a locação de um andar (4,6 mil m²) pela empresa de educação 42 Rio no empreendimento Eco Sapucaí, na Cidade Nova. Este é o segundo inquilino que o prédio recebe, mais de nove anos após sua entrega e quase três anos depois da chegada do primeiro ocupante, a empresa de óleo & gás TechnipFMC.
A segunda maior absorção (locação) do 4T23 aconteceu no Centro Empresarial Cidade Nova, com a chegada da Secretária Estadual de Educação (SEEDUC) no ativo, locando 4,3 mil m² de área privativa. Por último, houve a entrada da rede de ensino Ibeu no Sede de Empresas, na Barra da Tijuca, com mais de 1,8 mil m².











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