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O valor supera a média de desembolsos anuais dos concorrentes no país, como B2W, Magazine Luiza e Amazon. O montante ainda equivale à somatória de investimentos do Mercado Livre no Brasil nos últimos quatro anos, e deve ser voltado especialmente para a área de distribuição e logística. Parte do capital deve vir de recente emissão de títulos de dívida do grupo (US$ 1 bilhão), concluída em janeiro.
Em entrevista na noite de ontem, Stelleo Tolda, presidente do Mercado Livre, disse que a empresa projeta a abertura de três novos centros de distribuição no Brasil neste ano, alcançando com isso, a marca de oito centrais. Há cerca de três anos, havia apenas uma. A companhia opera por meio do “marketplace”, com venda de produtos de terceiros (lojistas e pessoas físicas), e também de itens próprios em estoque.
A necessidade de acelerar prazos de entrega e melhorar o nível de serviço ao consumidor - uma questão fundamental nos projetos também dos rivais da empresa - levou o Mercado Livre a elevar as projeções de investimento.











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