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A OEC havia encerrado 2020 com US$ 2,74 bilhões de projetos em carteira, um valor 20% menor que no ano anterior. Com o processo de reestruturação da construtora, a meta é chegar a 2025 com um “backlog” de aproximadamente US$ 4,25 bilhões.
“2021 foi um ano ainda marcado pela pandemia, a empresa sofreu com a postergação de projetos que estavam previstos. Por outro lado, conseguimos estruturar melhor nossa operação no Brasil e foi um ano de conquistas importantes”, afirma Raul Ribeiro, diretor da OEC para o Brasil.
O crescimento da carteira foi impulsionado principalmente pelo aumento do escopo de contratos no Brasil e no Peru, além de grandes projetos conquistados na África, em especial a obra de uma refinaria em Angola, no valor de US$ 920 milhões.











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