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A transação envolve as 21 lojas da cadeia e já foi encaminhada ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para análise. Considerando as transações do setor já enviadas ao órgão, esta é a décima aquisição do Pátria em varejo, atacado e distribuição de alimentos em pouco mais de um ano. São operações que somaram entre R$ 3,5 bilhões e R$ 3,9 bilhões em vendas brutas em 2021, segundo projeções de mercado, balancete das redes e dados do ranking geral da Abras, associação setorial.
Isso coloca o fundo entre a 17 e a 20 posição do ranking anual de supermercados, superando cadeias tradicionais como o Angeloni (SC) e a Atakarejo (BA), e ligeiramente abaixo da receita do Sonda Supermercados. Duas fontes estimam que o negócio tenha girado em torno de R$ 300 milhões.
Segundo fontes, há um plano em andamento para criar uma plataforma nacional de ativos no setor, gerida por executivos do mercado ligados ao fundo, parte deles oriundo do GPA (dono do Pão de Açúcar). E que pode, futuramente, ser alvo de fusões e aquisições e eventual abertura de capital, apurou o Valor. Procurados, rede Avenida e o Pátria não comentaram.
Fonte: Valor Econômico











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