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Líderes e profissionais do mercado de Real Estate e Facilities estiveram reunidos na manhã desta quarta-feira (21) em evento realizado pela Pitney Bowes, multinacional com foco em soluções de logística, que colocou em pauta inovação, transformações e tendências para o setor em 2024. O encontro aconteceu no Thera, na região da Berrini, em São Paulo.
Samuel Caparrotti, Brazil Country Manager da Pitney Bowes, abriu o evento, que teve mesa de debate com o tema “Customer Experience: como adotar práticas para melhoria contínua dos usuários de escritório”, que teve a participação de Ana d'Ávila, Diretora de Relacionamento e Novos Negócios da Temon Serviços e Co-Fundadora do Grupo Mulheres em Facilities e Corporativo Real Estate, Fabio Corsini, Co-Fundador e CEO da Inovyo e Roberto Arruda, CRO na Skyone, com mediação de Gabriela Barros, Gerente de Marketing da Pitney Bowes no país.
Os participantes falaram sobre como as novas tecnologias devem impactar e mudar não só os espaços de trabalho, mas a forma como nós trabalhamos, bem como sobre o desafio geracional, com a concentração de colaboradores de diferentes gerações em um mesmo ambiente de trabalho. “Precisamos entender a jornada do cliente para gerar melhores experiências”, pontuou Corsini.
Na sequência, o CEO da SiiLA, Giancarlo Nicastro trouxe uma apresentação com dados e estatísticas do mercado de escritórios, que ajudou a ilustrar as principais mudanças que têm sido observadas. Além da queda gradual da taxa de vacância para ativos das classes A+, A e B, das principais regiões corporativas da cidade, o executivo explicou que o perfil das locações tem mudado. “Conseguimos observar um número grande de movimentações, porém, as empresas estão locando áreas menores”, disse.
A afirmação foi demonstrada a partir dos dados da ferramenta de inteligência de mercado, a solução Market Analytics, que demonstram o número de locações de áreas a partir de 250 m² e menores que 2 mil m² aumentando, enquanto a procura por lajes superiores a 2 mil m² tem reduzido. Para exemplificar, Nicastro apresentou o case do Continental Tower, que faz parte do complexo Cidade Jardim Center, o qual viu a taxa de vacância cair em mais de 15% e o preço médio pedido por metro quadrado subir 42% após a mudança de estratégia da locação de 2 conjuntos por andar para o desmembramento em 8 conjuntos menores.
O evento ainda teve apresentação de Alexandre Teixeira, Fundador e CEO da Kucca Solutions, que trouxe insights sobre o impacto da entrada nas novas tecnologias no universo de Real Estate e facilities. Para encerrar, Renato Fusaro, Diretor de Real Estate, Facilities and Incentives para a América Latina na Cargill, apontou como principais tendências para os ambientes de trabalho, ou workplaces, flexibilidade, possibilidade de escolha para que os funcionários possam ter um local para se reunir com os colegas e colaborar, bem como a variedade de layout.
Segundo Fusaro, o layout precisa ser multifuncional e trazer um novo significado para o escritório, onde o propósito seja colaborar e faz um alerta: “Não adianta mudar o layout se não houver mudança de cultura”.
“A experiência precisa ser boa desde a chegada do colaborador, onde o escritório dê a possibilidade para aqueles momentos em que é necessário trabalhar sozinho, em grupos, oferecendo momentos para networking e de bem-estar, até a saída do prédio”, finaliza.
O evento ainda teve apresentação de Alexandre Teixeira, Fundador e CEO da Kucca Solutions, que trouxe insights sobre o impacto da entrada nas novas tecnologias no universo de Real Estate e facilities. Para encerrar, Renato Fusaro, Diretor de Real Estate, Facilities and Incentives para a América Latina na Cargill, apontou como principais tendências para os ambientes de trabalho, ou workplaces, flexibilidade, possibilidade de escolha para que os funcionários possam ter um local para se reunir com os colegas e colaborar, bem como a variedade de layout.
Segundo Fusaro, o layout precisa ser multifuncional e trazer um novo significado para o escritório, onde o propósito seja colaborar e faz um alerta: “Não adianta mudar o layout se não houver mudança de cultura”.
“A experiência precisa ser boa desde a chegada do colaborador, onde o escritório dê a possibilidade para aqueles momentos em que é necessário trabalhar sozinho, em grupos, oferecendo momentos para networking e de bem-estar, até a saída do prédio”, finaliza.











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