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A RBR Asset divulgou um fato relevante nessa terça-feira (4) no qual afirmava que a locatária dos conjuntos 21, 22, 31, 32, 41 e 42 do edifício Delta Plaza, em São Paulo, não irá renovar o contrato de locação. O fundo proprietário do empreendimento é o RBRP11 e o inquilino é a Comissão de Valores Mobiliários, conhecida também como CVM.
Serão desocupados 1.324 m² até junho desse ano, o que fará com que o empreendimento de 7.9 mil m² tenha um salto negativo em sua taxa de vacância, indo de 6% para 22%.
Localizado na região da Paulista, o ativo classe B possui um valor de mercado de R$ 102,29/m². Além da CVM, o empreendimento possui inquilinos como Livance, Mitsubishi e outras empresas.
O fundo RBRP11 é proprietário de 51,1% do empreendimento, dentro do FII, o Delta Plaza representa 7,2% da estratégia e 10% da ABL do Fundo. A não renovação impactará negativamente em até R$ 0,01 por cota.
No Delta Plaza, a CVM realiza a coordenação administrativa regional. Além disso, a entidade possui mais dois escritórios, um no Rio de Janeiro, onde é a sede, e outro em Brasília, no qual funciona a superintendência de relações institucionais.
Apesar de não informar qual será o novo destino, ao REsource, a instituição revelou que organizou um grupo de trabalho interno com o objetivo de buscar um novo ambiente de trabalho aos servidores.
“A iniciativa tem como base a possibilidade de gerar ainda mais conforto, segurança, bem-estar e produtividade aos servidores, além de otimizar a utilização de recursos públicos e atender às exigências legais e normativas sobre o tema”, revelam a equipe de reportagem.
Segundo o último relatório divulgado, dezembro de 2024, a vacância física do RBRP11 era de 11%, o mesmo número para a vacância financeira.
Recentemente, outro fundo da RBR sofreu com o encerramento de um contrato de locação, dessa vez no fundo logístico RBRL11, o qual o RBRP11 possui uma participação. O imóvel em questão é o Condomínio Logístico Extrema II.
Segundo a reportagem divulgada nessa segunda-feira (3) no REsource, a Bel Micro antecipou a saída do ativo após pagar a multa rescisória no valor de R$ 1.5 milhão. A empresa terá um mês para encerrar todas suas atividades no imóvel, o que poderá gerar um impacto negativo de R$ 0,04 por cota.
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