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Em entrevista ao Valor, o diretor-presidente da companhia, José Mauro Carneiro da Cunha, e Héctor Nuñez, presidente do conselho de administração do grupo, reconhecem que as barreiras para a retomada são grandes. “De um lado, estamos em processo de se desfazer de ativos e, de outro, acelerar a agenda de crescimento”, diz Nuñez. Outra grande dificuldade é acesso a crédito, além da reconstrução da imagem da empresa, rebatizada como Novonor no fim do ano passado, perante o mercado.
“O processo de recuperação judicial está bem estruturado. Vamos fazer frente aos pagamentos com a geração (de caixa) de operação das empresas, crescimento e venda de ativos”, afirma Cunha. O executivo chegou ao grupo em 2019 para presidir o conselho de administração da companhia.
Em abril deste ano, Cunha, que passou pela problemática Oi, foi nomeado presidente da Novonor. Ele não é totalmente desconhecido da família - já tinha trabalhado entre 2003 e 2005 na Braskem e atuado no conselho da petroquímica, da qual atualmente preside. Héctor Nuñez, que comandou o Walmart e a RiHappy no Brasil, além de ser executivo da Coca-Cola, assumiu o comando do conselho de administração da companhia.











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