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O objetivo do grupo agora é crescer no ramo de lojas de rua, o que depende de encontrar varejistas interessadas em se desfazer dos seus imóveis. “Nós vamos continuar atrás. Acho que vamos conseguir fazer mais bons negócios como esse”, conta à Coluna o CEO da São Carlos, Felipe Goes. “São negociações em caráter oportunístico. Depende de achar o varejista e casar os interesses”.
O foco são edificações nos centros das regiões comerciais das cidades, como calçadões. Oportunidades como essa podem surgir entre empresas de eletroeletrônicos, materiais de construção, petshops e supermercados, por exemplo. Mas a concorrência é forte. Em agosto, o fundo imobiliário TRXF11 levou 39 lojas do Pão de Açúcar por R$ 1,2 bilhão.
Assim como o Pão de Açúcar, a Pernambucanas continuará ocupando os imóveis na condição de inquilina (operação chamada ‘sale and leaseback’). Os contratos de locação têm de 10 a 16 anos e o aluguel é composto por uma parte fixa e outra parcela variável de acordo com o faturamento. Já o dinheiro da venda das lojas ajudará a varejista a financiar seu plano de inaugurações daqui para frente.
Fonte: Estadão











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