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A Sonae se fundiu com a Aliansce três anos atrás e, por meio da Sierra Brazil, tem 6,3% da empresa criada após a transação. O valor da venda deve ser utilizado na compra de mais ações da Aliansce pelos sócios estrangeiros, diz fonte, por isso a busca é por um comprador que pague em dinheiro à vista. O Sierra Brazil é o quarto maior acionista do grupo. Procurada, a Aliansce Sonae não se manifestou.
Os estrangeiros tinham o controle do shopping antes da fusão, quando a Sonae operava separadamente da Aliansce, mas com a união dos grupos, 51% do empreendimento passou a ser da empresa combinada e uma parcela de menos de 30% ainda pertence aos portugueses.
Pelo acordado entre as partes na época da fusão, a Aliansce poderia adquirir a posição minoritária restante no empreendimento, em troca de ações a serem entregues à Sonae da empresa criada. Havia algumas janelas possíveis para exercer esse direito, e a última janela termina no terceiro ano após o fechamento acordo em 2019, ou seja, neste terceiro trimestre de 2022, apurou o Valor.
Fonte: Valor Econômico







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