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“Como o mix é muito voltado para produtos e serviços essenciais, durante o período de restrição, cerca de 60%, 70% dos lojistas continuaram operando durante toda a pandemia”, afirma Carlos Montenegro, CEO da Best Center, operadora de strip malls com 50 empreendimentos, sendo 40 em operação e dez em desenvolvimento.
Enquanto os shoppings amargaram queda de 33% nas receitas em 2020, segundo dados da Abrasce (Associação Brasileira de Shopping Centers), a Best Center registrou crescimento de vendas e de receitas na casa dois dígitos, segundo o executivo.
“Uma parcela [dos lojistas] teve que fechar e sofreu bastante, principalmente os pequenos varejistas de serviços. Já os varejistas essenciais continuaram abertos e captaram o volume de consumo que estava nos shoppings. Eles serviram como alternativa de consumo durante a fase mais restritiva da pandemia.”
Fonte: Mercado & Consumo











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