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O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) divulgou os dados consolidados da Balança Comercial. As informações disponibilizadas no site do Ministério e transmitidas ao público por meio de uma Live do vice-presidente e ministro do MDIC, Geraldo Alckimin, o qual mostrou que o ano de 2023 se encerrou com um superávit de US$ 98,8 bilhões.
O fechamento de 2023 superou o superávit de 2022 em 60,06%, sendo o maior valor da série histórica desde 1989, quando começou a ser medido. Alckimin comemora o desempenho do país em seu discurso de abertura. “O comércio exterior é fundamental para a economia, para o emprego, para a renda, para o desenvolvimento brasileiro”.
Basicamente, o superávit é quando as vendas, exportações, são maiores que as compras, importações, quando é ao contrário isso se chama déficit. O último ano que os números foram negativos foi em 2014, ano em que o país entrou em uma crise econômica e política, cujo culminou em uma recessão entre 2015 e 2017, e um impeachment da presidente do país, Dilma Rousseff, em 2016.
Um dos reflexos da balança comercial pode ser sentido nos setores logísticos-industriais. Dados do Market Analytics (MA) mostram que do quarto trimestre de 2022, até a reta final de 2023, o setor de Produtos Industrializados expandiu suas ocupações em imóveis logísticos em 7,5%.
Dados do MDIC mostram que o setor industrial teve um aumento das exportações de maneira similar a sua expansão física, fechando o período em 8,6%. Outra indústria que está estreitamente ligada a esses dois setores é a Automotiva, que expandiu suas operações em condomínios logísticos A+, A e B em 7,5%. Além disso, a Agroindústria, que liderou os dados do MDIC com um aumento de 13,7%, apresentou uma ampliação em suas ocupações de 20,2%.
“Com o aquecimento da economia e da produção local, o reflexo positivo é esperado para o setor de imóveis logísticos, que são demandados por grandes empresas que necessitam de espaço para armazenagem, estocagem e distribuição dos seus produtos por todo o território brasileiro. Hoje, os imóveis logísticos brasileiros apresentam taxas de ocupação acima dos 90%” comenta Giancarlo Nicastro, CEO da SiiLA.











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