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O negócio vem para reforçar o segmento de varejo da Suzano, área na qual a gigante de papel e celulose entrou em 2018. A companhia atua com as marcas Mimmo e Floral, entre outras, na área de higiene e limpeza. A fábrica está alinhada com essa estratégia de ir além das commodities.
A Suzano é hoje líder global em produção de celulose de fibra curta. Este não é o único projeto hoje em desenvolvimento pela companhia: em maio do ano passado, ela anunciou a construção de uma fábrica de quase R$ 15 bilhões, com capacidade para produzir 2,3 milhões de toneladas de celulose por ano, em Mato Grosso do Sul.
"A Suzano pretende realizar o investimento utilizando o saldo de créditos de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) que possui no estado, o que dependerá de apresentação de projeto específico e autorização das autoridades competentes", informa a empresa em comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).











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