Taxa de vacância de escritórios brasileiros segue em ritmo de queda
- Primeiro trimestre do ano registrou 23,8% de espaços vagos frente o estoque de prédios comerciais

A taxa de vacância dos escritórios das principais cidades brasileiras chegou no 1T23 com 23,8%, sinalizando leve queda na comparação com o trimestre anterior (24,2%). Os dados são do monitoramento realizado pela plataforma de inteligência da SiiLA, hub de soluções para o mercado imobiliário da América Latina.
O número de locações totais ficou em 274,7 mil m², enquanto a absorção líquida foi de 64 mil m², e demonstra um cenário com perspectivas melhores do ano anterior. O saldo de locações e devoluções no 1T23 estava negativo, em –10,4 mil m². Os setores da economia que puxaram as maiores absorções de escritórios foram os de Finanças, Educação, Imobiliário, Jurídico e de Saúde.
Nos primeiros três meses de 2024, o estoque de escritórios cresceu, com a adição de 25 mil m² ao inventário total (considerando as classes A+, A e B), que ultrapassa 14,1 milhão de m².
Os novos empreendimentos do período foram todos entregues na cidade de São Paulo, que é o maior mercado de escritórios do país, concentrando mais de 8,2 milhões de m².
Campinas (interior de SP), Curitiba (PR) e Belo Horizonte (MG) são as cidades que apresentam as menores taxas de espaços vagos frente o estoque, com 11,6%, 11,9% e 12%, respectivamente. Por outro lado, as capitais que estão com a vacância mais elevada são Rio de Janeiro (34,2%), Porto Alegre (28,7%) e São Paulo (22%).
Na média nacional, o preço médio pedido por metro quadrado avançou, saindo de R$ 79,26/m² no 4T23 para R$ 80,48/m², sendo São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte as capitais que apresentam os preços mais elevados para locar área em um prédio comercial.









