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O valor da aquisição não foi divulgado. Localizado no bairro de Indianópolis, o prédio já foi ocupado pelos escritórios e pelo datacenter da Serasa, mas está vazio. A Tishman fará “pequena reforma” no imóvel, e a intenção é alugá-lo para usuário único. Trata-se de edifício no estilo campus, ou seja, cercado de área verde. Na avaliação de Cherman, quando o modelo híbrido de trabalho for adotado, os escritórios terão de oferecer “ambiente acolhedor para que as pessoas queiram ir para lá.
”No fim do ano, a Tishman vai entregar o empreendimento de uso misto Alameda Jardins, ao lado do metrô Oscar Freire, localizado em região nobre da capital paulista. O projeto inclui “prédio boutique” de alto padrão com 5 mil m2 de área. As conversas com potenciais inquilinos começaram, mas nenhuma negociação foi fechada ainda. Há interesse, segundo Cherman, por parte de varejistas presentes na Oscar Freire e de empresas de tecnologia.
Em abril, a Tishman captou R$ 120 milhões por meio de fundo de imobiliário de renda corporativa para aquisição de edifício de 19,5 mil m2, entregue pela própria empresa. A torre integra o complexo Castelo Branco Office Park e foi construída para abrigar a sede da DuPont no Brasil. “Estamos avaliando outros ativos para crescer nesse fundo”, afirma o executivo.











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