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A vacância de escritórios de alto padrão (classes A+ e A) nas principais regiões corporativas da cidade de São Paulo permaneceu estável no terceiro trimestre de 2023, fechando em 23%, mesmo patamar verificado no período anterior. Os dados são referentes à pesquisa do setor da plataforma de inteligência da SiiLA, hub de soluções para o mercado imobiliário comercial latino-americano.
Apesar da entrada de novo estoque, com as entregas de ativos nas regiões da Vila Olímpia e Pinheiros, que acrescentou mais de 23 mil m² ao total de lajes corporativas monitorados pela SiiLA, a taxa de vacância não foi impactada.
Os novos empreendimentos de lajes corporativas que passaram a fazer parte do estoque são: Auri Plaza Faria Lima e Pátio Rebouças. O primeiro deles, apesar do nome, fica na região da Vila Olímpia, na rua Fiandeiras e leva a classificação A+, com 14.447 m² de área . Por sua vez, o Pátio Rebouças tem 8.759 m² de área e é um classe A, com 12 andares e localizado na região de Pinheiros, próximo à estação Fradique Coutinho da linha amarela do metrô. O ativo foi desenvolvido pela RBR Asset, gestora de recursos independentes, com foco em imobiliário e infraestrutura.
O principal fator que contribuiu para a performance do período foi o volume de locações, superior às devoluções, resultando em uma absorção líquida positiva de 17.465 m², invertendo o trimestre anterior, que havia ficado negativo (em -17.517 mil m²).
Ao todo, a cidade de São Paulo tem 11 regiões primárias de escritórios monitoradas pelo Market Analytics, sendo elas: Berrini, Chácara Santo Antônio, Chucri Zaidan, Faria Lima, Itaim Bibi, JK, Marginal Pinheiros, Paulista, Pinheiros, Santo Amaro e Vila Olímpia, além das regiões adjacentes.
De acordo com o levantamento da SiiLA, as regiões prime que tiveram a melhor performance no último trimestre foram Berrini e JK. No caso da Berrini, a taxa de vacância ficou em 19,3%, reduzindo em relação ao trimestre anterior (quando estava em mais de 20,7%) e a absorção líquida de 4.676 m². No caso da JK, a vacância reduziu de 6,1% para 5,4% e a diferença entre locações e devoluções foi de 2.400 m².











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